Ronaldo Maciotti e Frank, meu guia Egipcio – foto arquivo pessoal


A pouco mais de um mês comecei a escrever sobre a minha trajetória profissional e incentivado por minhas irmãs Bete e Sandra resolvi passar adiante vários capítulos da minha carreira de produtor de eventos.

Além de fazer muito bem pra cabeça, abaixou um pouco a minha ansiedade enquanto não aparecem novos desafios, e este é um deles.
Sou movido a desafios talvez isso seja uma herança do esporte, sempre fui esportista.

Histórias não faltam, mas sempre procuro colocar a crônica em um ponto de vista com conteúdo técnico para que novos produtores percebam como foram feitas as coisas, muitas destas histórias se deram por ocasião em que eu produzia Paredes de Alpinismo, quem me acompanha aqui no blog sabe disso.

Mas trabalhei com outros esportes também, só quem trabalha com isso sabe o prazer que dá e que a satisfação de produzir um evento esportivo é diferenciada, trabalhando com saúde, com a expectativa das vitórias e os ensinamentos nas derrotas, a adrenalina e a endorfina liberada contagiam.

Alguns esportes em que trabalhei
·         Alpinismo de 1991 até 2004
·         Vôlei no Finasa Osasco de 2006 até 2011
·         Formula Truck de 2008 até 2010
·         Futebol sub 15 de 2011 até 2013
·         Tênis sub 15 de 2011 até 2013
·         Copa do Mundo 2013 e 2014
·         Olimpíadas em 2016
·         Imagine Cup de 2008 a 2010

Vista das Grandes Pirâmides ” Quefren Miquerinos e Queops “ – foto arquivo pessoal

O Imagine Cup da Microsoft, é uma competição global que capacita a próxima geração de estudantes a formar equipes e a criar projetos e ideias inovadoras que podem solucionar problemas mundiais.

A cada ano dezenas de estudantes de todo o mundo competem e eu produzi para a equipe do Brasil as etapas em Paris-FR, Varsóvia-PL e Cairo – EG.


Alguns projetos corporativos têm desafios maiores que qualquer esporte, dada a logística e complexidade dos mesmos.  No próximo blog vou falar um pouco sobre o Imagine Cup na etapa do Cairo no Egito que foi realmente um caso a parte.

Foto interna do Hotel CityStar – arquivo pessoal

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