Foto: Ruy Hizatugu

Caros amigos de eventos, por que comecei a escrever sobre a nossa área? Primeiro, quero esclarecer que nunca tive a pretensão de ser um Stephen King, mostrando os horrores da nossa profissão e nem a Frances Mayes que nos apresentou as maravilhas da Toscana, e que fazem parte de alguns poucos bons momentos do nosso mercado. Eu digo exatamente o que acontece no nosso mercado, dia após dia, desde que tive a oportunidade de ingressar nesta arte quase 30 anos atrás. Sim! Produzir eventos é uma arte, que eu comparo a fazer teatro ou cinema. É dar vida e materializar uma história que foi pensada e escrita, não pelos gênios acima citados mas, sim que foram elaboradas por criativos que não são tão famosos, tem muito menos tempo e budget para dar vida aos anseios dos ansiosos clientes e depois? Ah! Depois, o produtor tem um milionésimo do tempo e da verba, e em apenas um ou dois dias de montagem tem que mostrar aos consumidores que aquele produto é o suprassumo de tudo que ele viu. Simples assim! É claro que sempre nos pedem para ser “fora da caixa”! Afinal… Apresentação é tudo, mas e ai como fazer? Como diria o Xicó no Alto da compadecida. “Isso eu não sei, só sei que foi assim”. Mas dou umas idéias no meu livro, entra neste link e saiba mais: http://twixar.me/VLF1 #