Foto Netflix

Caros amigos de eventos, a eterna mania de alguns brasileiros de querer levar vantagem em tudo me levam a imaginar que o mercado não tem solução.

É uma pena pois perdemos oportunidades ímpares de evolução.

Eu não me canso de pedir, não me peçam de graça a única coisa que tenho para vender.

A minha expertise!

Mas, todos os dias aparecem aqueles que se acham expertos com o já batido discurso, “Faremos assim para abrir o cliente” “Vai ser o primeiro job de vários” ou “Está aprovado, já é nosso, mas… preciso que me passe mais detalhes”.

Pareceu familiar? Mas nem sempre é assim então como separar o joio do trigo?

O mercado já conhece todas estas malandragens, eu em quase 30 anos na área de eventos já ouvi todas estas balelas e muitas outras que te deixariam de cabelos em pé.

Normalmente quem as usa não tem conteúdo nem experiência para tocar um projeto adiante, e então tentam surrupiar parte do conhecimento do produtor para tentar se dar bem.

Mas é aí que acontecem desastres como o Fyre Festival que me inspirou a escrever este post, a casa Brasil na Copa da Rússia, ou do palco que caiu em Belém e tantos outros pelo planeta.

Não existe um manual de procedimentos na produção de eventos, existe sim trabalho, experiência e milhares de horas rodadas para saber como fazer e principalmente…

O que não fazer!