Caros amigos de eventos, e quando você identifica na área o “me engana que eu gosto”?

Ao longo dos últimos anos prestei consultoria para algumas agências com a finalidade de identificar, diagnosticar e combater certos vícios específicos da área de produção.

Coincidência ou não, as agências queriam melhorar a performance da produção e para isso precisavam de uma avalição dos métodos e profissionais que já estavam na casa e foi aí que eu entrei.

A produção não é uma ilha, existem outras áreas dentro da agência das quais dependemos completamente, por exemplo: o atendimento, o planejamento e a criação.

Bem, ao longo do processo conversando com alguns sócios destas agências percebi que eles conheciam partes de seus problemas.

Além de “produtores amigos”, amigos de longa data que “tocavam” o atendimento, ou aquele produtor que já conhece a cliente então fica mais fácil ou até assistentes que eram filhos de clientes.

Já viram isso em algum lugar?

Identificar foi fácil, mas quando se fala em mudar, aí a coisa é mais embaixo, eu entendo a resistência em trocar o certo pelo duvidoso ainda mais num departamento tão crítico como a produção, responsável por grande parte da rentabilidade e entrega da agência.

É mais ou menos como diz a Blitz “Todo mundo quer ir pro céu, mas ninguém quer morrer”!