Caros amigos de eventos, o mercado de eventos é um eterno quid pro cuo!

Originalmente do latim medieval tem o sentido de dar uma coisa em troca de outra, oferecer alguma coisa para receber outra. Transportando para o mercado, eu peço uma cotação ou projeto e quando e “se” o cliente aprovar eu faço com a empresa que fez o projeto.

Honestidade!

É assim que deveria funcionar, mas os dois lados têm deturpado um pouco está prática.

Existem empresas que nos pedem projetos e simplesmente pegam a criação e realizam com outra empresa. Isso é desleal e muito usual na nossa área.

Infelizmente!

Agora existe outra modalidade já do lado de alguns fornecedores que só cotam determinado projeto se houver garantia de realização, o que é um absurdo pois muitos fatores impactam num Job. Ele pode não ser aprovado por motivos como budget, timming, falta de produto, só para dizer alguns.

Mesmo quando um cliente me diz que está aprovado, eu só dou como certo após assinatura de contrato ou carta acordo e emissão de nota fiscal.

Simples assim! Fazer planilhas e projetos eu encaro como partes da prospecção ao Job. Não existe almoço grátis.

Dar um Job como aprovado antes das formalidades que citei acima é assumir um grande risco de decepção e até um certo amadorismo.

Ainda mais hoje em dia, que só é gol se o VAR validar!