VisualHunt
Caros amigos de eventos, quem tem competência não teme concorrência.

Eu já perdi as contas dos cafés e almoços aos quais fui convidado, não me lembro quantos resultaram em Jobs, mas lembro bem como foram positivos alguns encontros. O Networking deve ser mais praticado como uma via de mão dupla.

Aprendemos e ensinamos!

O resultado as vezes é um bom papo, insights que ficam guardados em nosso cérebro e que no momento apropriado vem à tona, um banco de dados.

Porém, existem também aqueles encontros onde parece que você está sendo entrevistado e a pessoa não troca informações, simplesmente absorve suas experiências, se cala gerando enorme frustração em quem, como eu, está sempre aberto as novas informações. Afinal num diálogo presume-se que duas pessoas falem.

Ontem num bom papo com uma amiga, identificamos que o mercado de eventos tem ficado cada ano mais “ralo”.

Como que se toda a sua essência estivesse sendo diluída com a entrada cada vez maior de paraquedistas sem o mínimo de conteúdo cujo objetivo é apenas a entrega sem se importar com a qualidade.

Resultado; ao final do Job, queimados pela péssima entrega pulam para outro cliente sem olhar para trás imaginando que tem muito cliente dando sopa por aí.

Já passamos da hora de ter algum órgão regulador para “dar nome aos bois”.