Caros amigos de #eventos comecei a trabalhar na área em 1991, e o dono de agência chamava os montadores de “peões”, ainda não era tempo do politicamente correto e sempre me pareceu errado.

O Produtor para ele, era um mestre de obras… um peão com mais tato.

Fui educado com valores éticos e morais suficientes para saber que ninguém deveria ser chamado de peão, nasci no interior e mesmo lá chamar alguém assim me incomodava.

“Cheguei em Campos do Jordão numa sexta feira de madrugada que para variar estava gelada devia estar 6º, fui contratado de última hora para substituir o produtor que havia feito a pré e sem explicação estava de saída do Job.

Por que será?

Em 91 não existiam computadores, celulares, internet então tudo era feito na raça. Me apresentaram a “equipe” de montadores que na verdade eram carregadores da transportadora e foram “cedidos” para a montagem dos eventos.

De cara previ problemas, todos eram “gente boa”, mas não eram cenógrafos e jamais haviam trabalhado em eventos, todos tinham disposição e boa vontade… para mim era o começo”.

Assim foi a minha “estreia” como produtor de campo, lidando com um dono de agência insensível e montadores sem experiência, ingredientes suficientes para dar tudo errado.


Eu conto o resto e muito mais neste e-book: