Caros amigos de #eventos saí de São Paulo com destino a Brasília para cuidar de alguns Jobs nos Jogos Olímpicos há exatos quatro anos.

Antes disso, foram mais dois meses de planejamento e reuniões com a Rio-2016. A dona da agência estava em viagem de lua de mel pela Europa quando ganhamos a licitação, tudo que ela sabia do projeto era acompanhando as trocas de e-mails entre mim, o atendimento e o diretor de criação com os organizadores.

Como é meu costume, li e reli e decorei todo o edital de licitação, montei as planilhas de custos, pesquisei, negociei com todos os fornecedores, eu sabia de cor tudo o que podia e principalmente o que não podia ser feito pelos fornecedores.

O regulamento do COI era exigente, sem brechas, e desta forma me tornei o chato que sabia tudo do regulamento, isso me transformou em “persona non grata” junto a quase todos da agência.

Mas, junto ao comité era exatamente o contrário, em todas as reuniões o clima era de profissionalismo já que eu zelava pelo manual e desta forma livrava nossa produção de retrabalhos, multas ou punições.

Porém trabalhar em agência é flertar com a polarização é sempre um: “Nós ou eles”, não existe meio termo.

Já cheguei a escutar a frase “Você precisa decidir a qual Deus adora”.

A Produção, sempre!